Seguradoras apostam nos seguros populares

Diversas seguradoras, como Mapfre, Libert e QBE, lançaram opções parecidas, e assim um novo mercado surgiu.
Jornal Estado de Minas - 06/12/2017

São Paulo – Conscientes das dificuldades do consumidor para administrar um orçamento cada vez mais apertado, empresas que atuam na área de seguros criaram produtos com preços menores e reduziram as exigências na concessão de proteção para veículos.

É claro que, com o preço reduzido, alguns itens mais sofisticados como carro reserva e cobertura de vidros e acessórios deixaram de ser oferecidos aos clientes. Atualmente, cerca de 80% da frota brasileira circula sem seguro, número que se deve principalmente aos preços altos. 

“Os seguros mais baratos vieram para ficar. Eles já criaram inclusive um nicho específico”, diz Bruno Kelly, professor da Escola Nacional de Seguros e sócio Correcta Corretora.

A multinacional israelense Ituran colocou na praça um seguro contra roubo e furto que tem custo mensal que começa com parcelas a partir de R$ 69,90. Nessa modalidade, a cobertura da perda total só é aplicada se os prejuízos superarem 75% do valor do veículo.

Na verdade, o produto começou a ser oferecido ao mercado brasileiro em 2009, quando a crise financeira ainda não passava de uma “marolinha”, e chegou sem fazer alarde.

Com o agravamento da crise e consumidores reduzindo custos e migrando para alternativas mais baratas, outras seguradoras como Porto Seguro também entraram no segmento. 

Recentemente, a Ituran voltou a inovar e acrescentou perda total por colisão, com um acréscimo de mais R$ 50, e cobertura de terceiros (a partir de mais R$ 60), sendo que o consumidor pode incluir os dois itens ou apenas um deles, fazendo os chamados combos.

Esses valores variam para cima conforme o modelo do veículo. Também é preciso acrescentar na conta R$ 299 para instalação de um rastreador, uma exigência da empresa.

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