Parece seguro, mas não tem garantias

Os consumidores são seduzidos pelo valor baixo e não percebem que estão comprando um produto sem garantias. Por mais que pareça um seguro, não é. Já há reclamações nos Procons. O consumidor tem que saber o que está comprando e ter de fato a proteção prometida.
O Globo - 11/10/2017

Luciana Casemiro escreve no O Globo sobre o mercado paralelo. A matéria apurou que a crise econômica e o aumento de roubos estimularam a adesão a essa prática que não é regulamentada e não oferece garantias. 
Entretanto, o assunto que não é consenso no Congresso Nacional, acumula queixas  da Superintendência de Seguros Privados – Susep que já registra mais de 200 processo no âmbito administrativo além de  180 ações civis impetradas pelo órgão regulador, como vemos no trecho dessa matéria abaixo:

Aumento de roubos e crise econômica são dois combustíveis que impulsionam um mercado de proteção paralelo ao de seguro, que preocupa entidades de defesa do consumidor e divide o Congresso Nacional.

A proteção veicular — primeiro produto negociado por cooperativas e organizações sem fins lucrativos —, com preço e garantias muito menores do que os do seguro tradicional, já acumula 200 processos administrativos na Superintendência de Seguros Privados (Susep) e 180 ações civis públicas de autoria do órgão regulador.

Todos esses documentos estão sendo analisados pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão do Ministério da Justiça, para a instauração de uma investigação preliminar sobre o segmento, que tem ampliado a oferta de produtos para outras áreas, como vida, previdência privada, celular, assistência funerária e até saúde. Já a Susep vai criar um grupo de trabalho sobre o tema.
 

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