Economia do Seguro

Francisco Galiza

Francisco Galiza

Mestre em Economia (FGV); membro da ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência); autor do livro “Economia e Seguro – Uma Introdução” (3ª edição); coordenador da Revisão do Dicionário da Funenseg, em 2011; professor do MBA-Seguro e Resseguro (FUNENSEG); sócio da empresa Rating de Seguros Consultoria (www.ratingdeseguros.com.br).

Rating de Seguros – Comentário Econômico n∘ 418

Comentários Econômicos - 29/08/2016

Prezados Senhores,

Atualmente, se estuda muito a presença das mulheres nas organizações, inclusive no Brasil. Sem levar em conta o aspecto ético ou legal, o fato é que essa inserção gera resultados positivos, não apenas para a empresa em questão, como para a própria sociedade.

Particularmente, um gráfico interessante a seguir.

Ver...
http://www.mckinsey.com/business-functions/organization/our-insights/breaking-down-the-gender-challenge?cid=mckwomen-soc-twi-mkq-mck-oth-1603&kui=1dYnBVej-CAiqfGL1kniSg

Por exemplo, a partir de uma amostra elevada de empresas, são qualificados três tipos possíveis de comportamento em relação à presença feminina.

No primeiro caso, as mulheres têm extrema dificuldade em até entrar no próprio setor (situação qualificada como “unable to enter”). Essa é uma situação, por exemplo, registrada na indústria automobilística ou na de TI.

No segundo caso (“stuck at the middle”), as funcionárias conseguem entrar na empresa, mas ficam limitadas ao nível inferior da carreira. As indústrias de saúde e de transporte estão nesse grupo.

Por fim, o último grupo (“locked out of the top”), onde as mulheres só conseguem subir até o nível médio, sendo vedados, a partir daí, maiores promoções. O setor de seguros estaria nessa situação.

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