Economia do Seguro

Francisco Galiza

Francisco Galiza

Mestre em Economia (FGV); membro da ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência); autor do livro “Economia e Seguro – Uma Introdução” (3ª edição); coordenador da Revisão do Dicionário da Funenseg, em 2011; professor do MBA-Seguro e Resseguro (FUNENSEG); sócio da empresa Rating de Seguros Consultoria (www.ratingdeseguros.com.br).

Nova Pesquisa Febraban de TI

Comentários Econômicos - 15/06/2015

Um estudo clássico da FEBRABAN (Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2014) foi recentemente atualizado, pelo 23º ano consecutivo. O objetivo desse material é mostrar a evolução da indústria bancária nacional, especialmente nas questões relacionadas à tecnologia.

Ver...

http://www.febraban.org.br/7Rof7SWg6qmyvwJcFwF7I0aSDf9jyV/sitefebraban/Pesquisa%20FEBRABAN%20de%20Tecnologia%20Banc%E1ria%20-%202014%20%282%29.pdf

Algumas conclusões desse segmento, que são também interessantes para o mercado segurador brasileiro:

  • Bancos estão em processo de transformação das agências, passando de um foco transacional para de negócios e de relacionamento com clientes. Ou seja, maior número de transações com movimentação financeira via Internet que em Agências.
  • Em 2014, as transações feitas em Internet Banking representaram 41% do total, sendo o canal mais representativo. O canal Mobile Banking já representa 12% do número total de transações (contra 6% em 2013 e 2% em 2012), já sendo o quarto canal mais relevante.
  • Como efeito dessa tendência, quase metade das contas correntes utilizam o Internet Banking e uma em cada quatro contas utiliza o Mobile Banking, com concentração nas transações sem movimentação financeira.
  • Em 2014, as despesas e investimentos em tecnologia pelos bancos foram de R$ 21,5 bi. Nos últimos anos, esse valor teve um crescimento de 16% ao ano, acima da taxa de inflação.

Abaixo, alguns dados.

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