UM EVENTO QUE DEVE BOMBAR


Antonio Penteado Mendonça - 08/10/2007

Nos próximos dias 11, 12 e 13 acontece em Vitória, no Espírito Santo, o décimo quinto Congresso Brasileiro de Corretores de Seguros. Por uma série de razões, ele tem tudo para ser um evento que marcará época, ou como dizem hoje, deve bombar.

A primeira razão para isso é que a organização de grande parte do evento foi feita pelo Sr. Armando Vergílio, que agora é o novo superintendente da SUSEP. A segunda, é que o evento está com suas inscrições encerradas desde final de agosto e com sua lotação completa, não havendo possibilidade de se aceitar mais participantes por absoluta falta de espaço. Em terceiro lugar, o momento por que atravessa a atividade seguradora, com desafios sérios para os corretores de seguros, torna um congresso como este o fórum ideal para o aprofundamento de importantes discussões a respeito do futuro do corretor de seguros dentro de um mercado bastante modificado.

Começando pela participação do Sr. Armando Vergílio, que, de presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros, foi guindado à posição de xerife de todo o mercado, ela será antes de tudo apoteótica, na medida que é a primeira vez que um corretor de seguros, líder do setor, ocupa o cargo de superintendente da SUSEP.

A se tomar suas palavras no almoço palestra acontecido na Conseguro recentemente encerrada no Rio de Janeiro, a participação dele no Congresso dos Corretores tem tudo para ser um divisor de águas, interferindo decisivamente no desenvolvimento das políticas a serem encampadas pela categoria, a começar pelo posicionamento a respeito da figura do agente de seguros, cada vez mais em evidência, e provavelmente um personagem novo dentro do cenário, num futuro relativamente breve.

Mas há mais a ser definido ou apontado pelo Sr. Armando Vergílio e o seu palco ideal é um auditório lotado com público seu, orgulhoso por vê-lo no comando de todo o setor de seguros nacional, como acontecerá em Vitória.

Com as inscrições encerradas desde final de agosto, o Congresso deve ser um sucesso de público, o que gera duas conseqüências positivas: em primeiro lugar, os debates e decisões terão o respaldo de um expressivo número de pessoas interessadas neles, o que dá a densidade necessária para transformar as conclusões do Congresso em linhas de ação para a categoria; e, além disso, as seguradoras terão, através de seu pessoal de marketing e de vendas, a possibilidade de atingir um elevado número de pessoas qualificadas e atrás de parcerias interessantes, para fazer a rede de relacionamentos indispensável para o incremento de suas capacidades de vendas.

Quanto aos temas, a programação é ampla e passa pelos assuntos mais quentes dentro da atividade. Só isso, somado ao número de participantes, é a certeza de que as discussões serão úteis para o futuro de toda a atividade seguradora nacional. Mas especialmente para os corretores de seguros. É de se esperar que as conclusões do Congresso de Vitória lhes permita se posicionarem em relação a diferentes temas que lhes dizem respeito neste momento, e que precisam ficar mais claros para não comprometer um futuro promissor, fruto dos avanços da categoria ao longo das últimas duas décadas.

Com certeza quem for a Vitória terá três dias, no mínimo, de muita informação.